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SÉRIE - CULTURA

ATUALIZAÇÃO EM 7 DIAS

  

  

 

 

  


Homem - Da Criação a Redenção
Homem - Da Criação a Redenção

 

 

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Iniciamos nossa jornada de estudo sobre o ser humano voltando ao princípio, ao momento em que Deus formou o homem e a mulher e os criou à Sua imagem e semelhança. Este é o ponto de partida para compreendermos o propósito da existência humana, o valor da vida e o relacionamento que o Criador sempre desejou manter com a Sua criação. A Bíblia diz em Gênesis 1:26-27: “Então disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre o gado, sobre toda a terra e sobre todo réptil que se move sobre a terra. Criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.”

 

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Depois de criar o homem e a mulher à Sua imagem e semelhança, Deus os colocou no jardim do Éden — um lugar de perfeita harmonia, beleza e comunhão. Ali, o Criador estabeleceu um relacionamento direto com o homem, baseado na obediência, na confiança e no amor. O texto de Gênesis 2:15-17 nos mostra claramente que Deus não apenas criou o homem, mas também lhe deu responsabilidades e limites, revelando que o propósito divino nunca foi um relacionamento de independência, mas de cooperação e sujeição voluntária.

O texto diz: “Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e o guardar. E o Senhor Deus lhe deu esta ordem: De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” (Gênesis 2:15-17).

 

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Texto base: Gênesis 3

Após termos compreendido as ordenanças de Deus para Adão e Eva, e também a proibição dada pelo Criador, chegamos agora a um dos momentos mais marcantes da história da humanidade: a queda do homem. Até então, o relacionamento entre Deus e o homem era perfeito. Havia harmonia, pureza, e a presença de Deus era constante no jardim. O homem desfrutava de um estado de santidade e inocência, vivendo conforme o propósito divino, refletindo a imagem e semelhança do Criador em sua conduta, sentimentos e comunhão. Contudo, quando o homem desobedece à ordem de Deus, algo profundo e trágico acontece.

 

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Texto base: Gênesis 1:26–27; 2:7; 3:1–19; Romanos 5:12–19

Antes da queda, o homem foi criado por Deus com uma natureza santa e perfeita. Ele foi formado à imagem e semelhança do Criador, o que significa que carregava em si reflexos do caráter divino — pureza, justiça, verdade e amor. O homem não apenas possuía consciência e razão, mas também vivia em plena comunhão com Deus, em harmonia com a criação e em paz consigo mesmo. Sua natureza era reta, e sua vontade estava completamente inclinada ao bem. Em Adão, vemos o ser humano como Deus o planejou originalmente: livre do pecado, em perfeita sintonia com o Criador, dotado de capacidade moral e espiritual para obedecer e amar o Senhor.

 

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Texto base: “E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.” Gênesis 3:15

Após a desobediência do homem, o cenário do Éden foi marcado pela ruptura mais profunda que a criação já presenciou: o rompimento do relacionamento entre o Criador e a sua criatura. A entrada do pecado trouxe não apenas a morte física e espiritual, mas também a corrupção da natureza humana e a separação da comunhão perfeita que existia entre Deus e o homem. No entanto, mesmo em meio ao juízo, a graça divina brilhou de forma surpreendente. No exato momento em que o homem merecia condenação, Deus revelou o primeiro vislumbre do Seu plano redentor: a promessa de um Salvador.

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Texto base: Gênesis 12:1–3; Gálatas 3:16

Após a promessa da redenção anunciada ainda no Éden, a história bíblica passa a revelar, de forma progressiva, como Deus conduz o seu plano salvador na história humana. O Senhor, que havia prometido uma semente vencedora, agora começa a trabalhar essa promessa dentro do tempo, chamando um homem específico por meio do qual essa redenção seria manifestada ao mundo. É nesse contexto que surge o chamado de Abraão, um marco fundamental na revelação do plano de Deus para a salvação da humanidade.

 

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Texto base: Êxodo 20; Hebreus 10:1–10

À medida que o plano de redenção avança na história, Deus conduz o homem a uma compreensão mais profunda da sua própria condição espiritual. Depois da promessa feita no Éden e reafirmada na aliança com Abraão, o Senhor revela a sua Lei ao povo de Israel. Essa revelação não surge como um meio de salvação, mas como um instrumento pedagógico que expõe a santidade de Deus e, ao mesmo tempo, a incapacidade do homem caído de alcançar essa santidade por si mesmo. No Sinai, Deus não apenas forma uma nação, mas estabelece um padrão moral que reflete o seu caráter santo e justo. 

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Texto base: Isaías 53; Jeremias 31:31–34

Depois que a Lei revelou a santidade de Deus e o sistema de sacrifícios expôs a gravidade do pecado, o povo de Israel passou a viver entre promessas e fracassos. Mesmo tendo recebido a revelação divina, o coração humano continuava inclinado à desobediência. Reis, sacerdotes e a própria nação falharam repetidas vezes em viver segundo a vontade do Senhor. É nesse contexto de crise espiritual que Deus levanta os profetas, não apenas para denunciar o pecado, mas para reacender a esperança. Por meio deles, o Senhor começa a revelar com mais clareza a identidade e a missão do Redentor prometido desde o Éden. 

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Texto base: João 1:14; Filipenses 2:6–8

Depois de séculos de promessas, figuras, alianças e profecias, o plano eterno de Deus entra em sua fase decisiva quando o Verbo se faz carne. João declara que aquele que estava no princípio com Deus, e que era o próprio Deus, entrou na história humana, assumindo plenamente a nossa natureza. A encarnação não foi um ato simbólico, mas uma realidade profunda e concreta: Deus se fez homem sem deixar de ser Deus. O Criador entrou na sua própria criação para restaurar aquilo que o pecado havia corrompido desde o Éden.

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